Dezembro 2014
Estou em viagem, a passar no Alentejo. Os céus de Outono começam a premiar-nos com as suas belas e quentes cores. Lembro-me logo de dizer a muitos céticos e pouco observadores "Estas são cores reais e sem Photoshop. Isto existe!".
O negro do contraluz dos sobreiros, com as suas formas orgânicas, inesperadas e flexíveis, joga com o negro da "moldura", com as suas formas frias, afiadas, rígidas.
"No final, os meus limites são orgânicos", Alentejo/Portugal
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Alma Lux Photographia
Música de Fabrício Cordeiro, Projecto Moustache
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